sábado, junho 30, 2012

Passa como brisa
um pulsar de inspiração.
Folhas que se arrastam.

Cócega na pele.
Um coração incumprido.
O chão amarela.

O tempo prossegue.
Silêncio e árvore são
o tempo a parar.

sábado, junho 23, 2012

Deixei uma nota à caixeira do Destino. Mas ela não me deu troco.

quinta-feira, junho 14, 2012

Dou por mim em mares improváveis. Suspende-se o ímpeto, turva-se a calma. Amarras por soltar e uma neura flutuante. Até quando deixo arrastar-se a alma?